
Nossos corpos
Colados, um no outro
Aquele vaivém de paixão e emoção
Dois corpos suados sobre a cama
Trocando carícias e gemidos
Assim é quando eu e tu nos encontramos
A tua mão passeia pelo meu corpo molhado
Sente cada curva que encontra pelo caminho
E pára para me fazer delirar mais ainda
Nessa hora as diferenças acabam
Somos um apenas
Não interessa de onde viemos
Nem para onde vamos
O que interessa é que estamos ali no momento
Nós dois, eu sobre ti
Ou tu sobre mim
Movimentamo-nos ao som das gotas
Que caem pela torneira na casa de banho
Desejo, calor, tesão
Cada um move-se pelo seu prazer
Somos dois predadores
Movemo-nos pela força do instinto
Que pede mais e mais prazer
Depois desses momentos excitantes
Voltamos a ser quem éramos
Eu mulher, tu homem
Responsabilidade vem à tona
E os predadores dentro de nós
Ficam hibernados
À espera de serem libertados outra vez, futuramente........
Colados, um no outro
Aquele vaivém de paixão e emoção
Dois corpos suados sobre a cama
Trocando carícias e gemidos
Assim é quando eu e tu nos encontramos
A tua mão passeia pelo meu corpo molhado
Sente cada curva que encontra pelo caminho
E pára para me fazer delirar mais ainda
Nessa hora as diferenças acabam
Somos um apenas
Não interessa de onde viemos
Nem para onde vamos
O que interessa é que estamos ali no momento
Nós dois, eu sobre ti
Ou tu sobre mim
Movimentamo-nos ao som das gotas
Que caem pela torneira na casa de banho
Desejo, calor, tesão
Cada um move-se pelo seu prazer
Somos dois predadores
Movemo-nos pela força do instinto
Que pede mais e mais prazer
Depois desses momentos excitantes
Voltamos a ser quem éramos
Eu mulher, tu homem
Responsabilidade vem à tona
E os predadores dentro de nós
Ficam hibernados
À espera de serem libertados outra vez, futuramente........

4 comentários:
Cada pedaço do meu corpo vive isso presentemente...
Desculpa a invasão...
Bjokas
dois corpos perturbaram-se esta tarde
no cansaço da cidade
no mormaço
no suor de ser-se humano
num compasso
no transporte suburbano
sem espaço
no atropelo do dia
no descaso
na litania de voltarmos sempre a casa
no ruído ensurdecido de agonia
um acaso
nada mais do que um acaso
trouxe à tarde
o improvável do desejo
entre os dois
olhar fugaz de uma desculpa
e depois uma premência
sem ter culpa
a fundir dois corpos num
como se amantes
se fizessem um ao outro
por instantes
as coxas que se esmagam
e os peitos
arfantes na urgência a que se entregam
um súbito rubor
lábios abertos
e despertos
os sentidos que os levam
mas o mundo parou
a porta abriu
e a turba espalhou-se na cidade
um do outro se perderam
quem lhes viu
por segundos
um fremir de eternidade?
Mitos urbanos...
"Nasci sentimental?
Pois sim, que não tem mal...
que se lhe chegue ao bem mais fundo
- ao fundamento -
em alegórica surtida a um sentimento
mas do tamanho do mundo
um monumento
ainda que em espiral
nunca banal
ah, o gozo que nos traz a sedução
um enleio raro havendo quem o sinta
mas que dá outro sabor tal fruição
quando se dobrou já o cabo dos trinta!..."
Vivencias... esxistencias... momentos!
Bjs meus
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